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Levantamento mostra setores que mais impactaram a contratação de mulheres

Foto - Reprodução-Ascom-Prefeitura de Manaus
Foto - Reprodução-Ascom-Prefeitura de Manaus

O índice de desemprego no Brasil bateu recorde novamente, contabilizando 14.805 milhões de pessoas sem emprego. Porém, o cenário fica ainda mais preocupante para o gênero feminino, com uma taxa de 17,9% para o 1º trimestre, a maior da série, iniciada em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento da Gupy, empresa líder em tecnologia para recursos humanos no Brasil, entre os setores com menor atividade no mercado de trabalho no mês de abril e que impactaram as mulheres são os de logística e atacado, com quedas de contratações de 57% e 17%, respectivamente.

Por outro lado, os setores que mais contrataram mulheres em abril, em relação a homens, são o da saúde, 73% do total para mulheres e 26% para homens e telecomunicações 55% para mulher 44%, homens.

“Em algumas empresas de setores como logística, por exemplo, há vagas como motorista de caminhão, que possuem um volume maior de postos de trabalho, mas que ainda são relacionados a homens. Neste cenário, quando esses setores se veem afetados, a redução da oferta de trabalho termina sendo ainda menor para mulheres, que ainda estão conquistando o seu espaço neste tipo de profissão”, avalia Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy.