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Salvador: projeto Memórias Contemporâneas discute “Fake News” com Mídia NINJA e Alexander Busch

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O projeto “Memórias Contemporâneas” inicia sua temporada 2019, em que, em oito edições mensais, vai apresentar em Salvador temas de reflexão a partir de experiências globais, perpassando as relações de poder na contemporaneidade na discussão de pautas urgentes. Nesta segunda-feira, dia 1º de abril, o “Dia da Mentira”, as “Fake News” serão discutidas por membros da Mídia NINJA e pelo jornalista alemão Alexander Busch, mediados pela jornalista e professora Malu Fontes. O evento se realiza às 19h no Pátio do Goethe-Institut, com entrada gratuita.

A Mídia NINJA, fundada em 2013, é uma rede de comunicação livre que busca novas formas de produção e distribuição de informação a partir das novas tecnologias e de uma lógica colaborativa de trabalho.

Nascido na Alemanha, criado na Venezuela e atualmente vivendo entre Salvador e São Paulo, Alexander Busch trabalha há 26 anos como jornalista sediado no Brasil, escrevendo sobre a América Latina. É correspondente para jornais e revistas econômicas da Alemanha e da Suíça, como a “Wirtschaftswoche”, o “Handelsblatt” e a “Neue Zürcher Zeitung”. Publica a coluna “Tropiconomia”, em português, na Deutsche Welle (DW). Escreveu vários livros sobre o Brasil, incluindo “Brasil, País do Presente – O Poder Econômico do ‘Gigante Verde’” (Cultrix, 2010).

 Malu Fontes é jornalista, com mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pelo PósCom da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-doutoramento em Fake News pela UBI-Portugal. É professora de Jornalismo da Faculdade de Comunicação da UFBA e articulista/comentarista da rádio Metrópole FM e do jornal Correio.

O “Memórias Contemporâneas” é um projeto nas áreas de história e memória que objetiva a constituição de um banco de dados audiovisual acerca da cultura e seus agentes, a partir da década de 1950. Os encontros, que se atentam à relação de organizações e movimentos sociais com o campo da cultura e o protagonismo das linguagens artísticas nas disputas identitárias, são registrados em vídeo. Pondo em diálogo agentes convidados e o público, o pensamento calcado na memória é difundido, gerando, assim, outra fonte de conhecimento que não apenas os documentos escritos.